Demônio no Psiquiatra – Parte I

Loucos à minha volta,Lugar hospitalar,Cheiro de álcool ao redorEstão tentando me calar. Vozes que me atormenta,Ouço canto do passarinho,Hades que vá na frenteE guie meu caminho. Aumento de cortisol,Eu aprecio esse hormônio!‘Hades, por favor, me guieE guie os meus demônios.’ Homem de branco me observa,Nem olhou nos meus olhos direito,Só tá tentando entenderOs defeitos doContinuar lendo “Demônio no Psiquiatra – Parte I”

Comorbidade Poética – Parte II

A cada dia que se passa, escrevo a dor de um poeta,Seja bem-vindo à 2ª parte da Comorbidade Poética.Aqui não tem luz, não tem Deus e muito menos festa,Só demônios e escuridão que querem te ver cair por terra. Fisicamente eu tô bem, mentalmente não,Minha mente está mórbida, andando na contramão.Tem vulto no espelho eContinuar lendo “Comorbidade Poética – Parte II”

Comorbidade Poética – Parte I

Minha caneta é uma praga que infesta,Seja bem-vindo à comorbidade poética.Cada verso carrega uma dor indigesta,Cada rima é uma febre sintomática nessa merda. Escrevo com o sangue que me resta,Com as tripas da alma encharcada.Não há cura pra essa merda de festaChamada vida mal vivida e mal amada. Meu afeto foi doente desde o berço,CresceuContinuar lendo “Comorbidade Poética – Parte I”